Finanças pessoais: 6 erros que atrapalham a conquista de objetivos

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Finanças pessoais: 6 erros que atrapalham a conquista de objetivos
Educação financeira

Finanças pessoais: 6 erros que atrapalham a conquista de objetivos 

Administrar as finanças pessoais nem sempre é uma missão fácil, não é verdade? Basta alguns descuidos com o salário, um aumento das despesas ou um mau uso de uma linha de crédito, por exemplo, para as dívidas aparecerem e o orçamento precisar ser enxugado para não diminuir ou mesmo prejudicar a qualidade de vida da sua família.

Como se isso não fosse o bastante, a falta de controle e de organização com a própria renda também dificulta (quando não retarda bastante) a realização de muitos sonhos, como dar entrada no apartamento ideal para você e os seus filhos viverem com conforto, segurança e bem-estar.

Por essa razão, reunimos 6 dos principais erros que dificultam uma estabilidade financeira e mostramos como saná-los para deixar você um passo mais perto dos seus objetivos. Acompanhe!

1. Gastar mais do que se ganha

O primeiro erro é gastar mais do que se ganha. Por exemplo, sua renda mensal é de R$ 5 mil, mas quando são somadas suas despesas fixas (aluguel, água, plano de saúde etc.) e suas despesas variáveis (lazer, compras, viagens etc.), o seu custo de vida se torna mais elevado do que, de fato, você pode bancar.

Resultado: as dívidas começam a aparecer e não demoram muito para se transformarem numa bola de neve. “Então isso significa que devo deixar de fazer as coisas que gosto e que me proporcionam prazer?”, você deve estar pensando. Porém, a resposta é não!

O indicado é rever os seus hábitos, cortar os excessos e buscar alternativas de programas e passeios que sejam menos dispendiosos. O seu orçamento agradece!

2. Exagerar no uso do cartão de crédito

O cartão de crédito quebra muitos galhos na rotina, isso você já sabe. No entanto, para colocar as suas finanças pessoais em dia, é indispensável cortar a dependência dele. Afinal, ao usá-lo com frequência e sem controle, você pode gastar valores expressivos com os quais não terá como arcar e ainda fazer muitas compras parceladas — o que afetará os seus salários futuros.

Além disso, caso as faturas não sejam pagas na data prevista ou sofram atrasos superiores a 30 dias, inevitavelmente você terá que lidar com diversos encargos que vão, facilmente, aumentar o seu débito. Para completar, muitos cartões geram gastos extras, como parcelas de anuidade, serviço de aviso de utilização por SMS e seguros. Portanto, fique atento às despesas que você tem com o seu!

3. Optar por comprar sempre parcelado

O parcelamento é um recurso útil quando você precisa de um produto/serviço, mas não dispõe do valor integral cobrado pelo estabelecimento no momento da compra. Porém, quando ele é usado sem critério e de forma constante, seja nos cartões de crédito, seja nos carnês/crediários de lojas, torna-se uma grande dor de cabeça.

O motivo é bem simples: com o excesso de parcelas, o que seria uma despesa mínima evolui e compromete parcial ou totalmente os seus vencimentos.

Por conta disso, você não fica com verba disponível para os seus demais gastos mensais nem muito menos para poupar. Portanto, evite parcelar suas compras. No lugar, prefira pagar sempre à vista — essa alternativa, inclusive, costuma ter descontos especiais como estratégia do comércio para incentivar o consumidor a optar por ela.

4. Fazer do cheque especial um hábito

Independentemente do banco no qual você é correntista, saiba que ele vai disponibilizar para você o cheque especial com um valor que vai variar conforme o seu perfil de cliente e, em especial, a sua renda. Contudo, não caia na tentação de usá-lo como se ele fosse um dinheiro a mais sobrando na sua conta, pois, na prática, é justamente o oposto.

Ele funciona como um empréstimo que deve ser pago no prazo previsto. Do contrário, os juros começam a rolar e em pouco tempo vira uma espiral sem fim e que não para de crescer. Por essa razão, o ideal é se manter dentro da margem dos limites disponibilizados previamente pela instituição financeira e somente usar o cheque especial em um caso de real urgência e necessidade.

5. Não separar o saldo da poupança da conta corrente

Outro erro comum — e que muitas pessoas cometem por descuido — é deixar o dinheiro destinado àquelas situações emergenciais (a famosa reserva financeira) na conta corrente. Com o tempo e os afazeres diários, você acaba esquecendo desse detalhe e utiliza esse montante como se ele fosse parte da verba que, de fato, fica na conta principal e é usada para as despesas cotidianas, o pagamento de contas etc.

Por isso, é importante estar mais atento às suas movimentações bancárias para garantir que esse tipo de deslize não afete as suas finanças pessoais no futuro. Uma sugestão simples, mas bastante eficaz, é transferir essa quantia para a poupança. Assim, quando preciso, você tem acesso fácil a ela e pode sacá-la sem problemas.

6. Financiar um automóvel sem entrada

Por último, evite comprar um carro financiando todo o valor dele. Por mais tentadora que essa possibilidade pareça, uma vez que não será preciso dispor de nenhum valor à vista, ela pode não ser a melhor solução para o seu objetivo. Isso porque essa alternativa aumenta consideravelmente não só o valor das parcelas do veículo, como também os juros envolvidos nessa aquisição.

Ou seja, se você pretende sair do aluguel e, enfim, ter o tão sonhado lar, pode acabar impossibilitado por conta de uma decisão equivocada e tomada por impulso que vai comprometer os seus salários por um longo período de tempo.

Uma boa sugestão é considerar a venda do seu automóvel antigo ou utilizá-lo como parte do pagamento do novo carro. Para isso, não deixe de checar o valor médio de mercado do seu modelo na Tabela Fipe, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas.

Como você viu, existem vários erros que prejudicam as finanças pessoais. Porém, tendo ciência deles e colocando as nossas dicas para evitá-los em prática, é possível, sim, ter uma boa gestão do próprio orçamento e vê-lo trabalhar a favor da concretização dos seus sonhos. Por isso, mude a partir de hoje a sua relação com o dinheiro!

E se você tem outras sugestões para compartilhar com a gente, já sabe: conte nos comentários como elas o ajudam no cotidiano!

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